FELIZ ANIVERSÁRIO FILHINHA!!!! QUE Deus a abençoe muito, mamãe e papai lhe amam por vc ser tão especial e linda. Nunca fui tão feliz...
Ai, acho lindo quando ela faz beicinho pra chorar, ela olha pra mim com aquela carinha de sentida e faz o beicinho...
Também é muito sapeca, a gente convers e ela quer conversar tb, adora se olhas nos espelho, faz festa quando a mamãe ou o papai pegam ela, ri pra todos os lados e desde os 2 meses tenta gargalhar... AH
tb não suporta ficar deitada, tem vontade própria, tenta se levantar, é muito curiosa, gosta de prestar atençaõ em tudo, quando a gente sai pra passear ela não dorme, fica bizoiando.
Gosta de assistir tv como se realmente estivesse entendendo alguma coisa, adora coisas coloridas, quer ficar passeando no colo pela casa, pede pra ver os imãs na porta de geladeira...
ARF, ARF .... Menina muito assanhada ela...
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Olás a todos!!!!
Estamos indo bem, a Fleur tá chegando aos 3 meses amanhã, muito linda, esperta, engraçadinha, com o crescimento perfeito!!!!
Hoje ela tomou mais uma vacina, a rota vírus.
Mas tarde iremos nos médico para acompanharmos o crescimento dela.
e eu mais tarde volto para contar mmais novidades... beijos
Depois de problemas hormonais e de disfunções na tireóide que me levou a uma vida vegetariana, eu já tinha até desistido de engravidar algum dia, pois segundo o médico eu não teria como engravidar, apenas se fizesse tratamento próprio para isso. Quando no dia 01 de abril de 2006, as notícias foram outras. Depois de um exame de farmácia e a confirmação via ultrassonografia, ali estava o resultado, eu estava grávida de 6 semanas.
Após toda a alegria e comemoração, se passaram 11 dias até eu haver sido internada as pressa e descobrir que a partir dali a minha gravidez seria bem mais difícil .
Havia sido diagnosticado o aparecimento de Trombose Venosa Profunda em minha perna esquerda, uma formação de coágulos em minhas principais veias da perna, quase me levando a perda dela.
Após 6 dias internada em tratamento fui informada pelo médico que eu teria de passar a gravidez inteira e incluindo o pós parto sofrendo tomando injeções do medicamento liquemine, um anticoagulante, de 8 em 8 horas, 3 vezes ao dia via aplicações da injeção na minha barriga, e que a partir de então minha gravidez seria de alto risco tanto para mim quanto para o bebê que ali se formava, o qual eu poderia perder a qualquer momento. A s coisas estavam se complicando.
Tomando injeções todos os dias, tendo que viver de repouso, minhas ações se tornaram bem limitadas e visitando frequentemente os médicos, a medida que a minha gestação foi evoluindo, mais eu tinha medo do que poderia acontecer e também fui tendo medo do parto.
Ainda durante a gestação perdi dois parentes importantes o que mais ainda me deixava em depressão, comecei a achar que eu teria o mesmo destino, que estava vivendo os últimos meses da minha vida.
Se aproximando as últimas semanas fui informada pelo obstetra que eu só poderia ter minha filha por meio de parto normal, eu não poderia recorrer a cesárea por que havia o perigo de eu perder sangue demais e não haver coagulação.
Enquanto meu medo aumentava, meus parentes acompanhando a minha situação, pediam a Deus por mim r por minha filhinha, neste momento já ficando tão atormentado. Mesmo com ameaças de um parto prematuro, minha gravidez chegou a termo e com 38 semanas completas entrei em trabalho de parto às 4:00 da manhã do dia 10 de novembro de 2006. Mas o dia ainda seria muito longo.
Depois de mais de 12 horas em trabalho de parto e com visíveis indícios que minha filha não nasceria de parto normal, fui convencida a ser levada ao bloco cirúrgico. A cesária seria feita como o último recurso da minha filha vir a este mundo, para o meu medo e o medo de todos dali eu tinha certeza que sairia viva apenas a minha filha, porque eu não tinha esperanças de sair de lá com vida, pois eu não tive tempo de seguir com os procedimentos corretos em relação as injeções para ter um parto seguro.
Resolvi então passar a cirurgia toda orando o Pai Nosso, pois se eu fosse morrer, já morreria orando, para que Deus viesse me buscar daquele sofrimento todo. E o tempo passava e eu pensava: “ E agora? Serão sacrificadas nós duas...” Por que eu não conseguia escutar nenhum som de bebê, nenhum chorinho.
Mas continuava com a concentração firme na oração que eu fazia, e ainda nada eu escutava. De repente, quando me dei conta, ao meu lado já se encontrava o neo natologista, com a pequenina Fleur nos seus braços. Ali estava a minha pequenina filhinha, linda, perfeita, mas abaixo do peso esperado.
Minha cirurgia corria bem e Deus tinha me providenciado mais uma surpresa naquele dia. O obstetra que havia me acompanhado os 9 meses não compareceu ao meu parto, mesmo sendo avisado, no entanto, o responsável pelo plantão naquele dia era um dos médicos mais competentes em assunto de parto cesáreo que haviam no hospital, muito experiente, que sabendo do meu caso, fez a cirurgia toda a laser, a qual quase não tive sangramento. Tudo corria Bem.
Ao longe eu podia ouvir o chorinho da minha filha como respostas ás minhas dúvidas: “ Sim mãe estou viva, sim mãe estou bem...” Deus nos abençoou tanto que mesmo ela sendo pequenininha e com peso de prematuro não houve necessidade de ela ser separada de mim, dentro de uma incubadora no CTI, ela foi levada para o apartamento, junto comigo.
Ao fim do dia
Deus foi muito bom conosco, foi fiel e escutou a oração de todos. Até hoje, com os médicos que converso sobre a situação a qual passei, muitos não sabem explicar como eu consegui chegar até aqui e sobreviver eu e a minha filhinha, que está aqui, linda, inteligente e saudável.
Que Deus seja louvado eternamente.